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IURD realiza bastismo em presídio no Maranhão

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Voluntários da IURD que trabalham na ressocialização de presos no Maranhão realizaram um grande batismo no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas, em São Luís.

“Quem crer e for batizado será salvo, quem, porém, não crer será condenado.” (Marcos 16:16)

Com o slogan “Por um mundo sem violência. Quero paz”, o batismo nas águas foi realizado pelo pastor Venino Aragão, responsável pelo trabalho evangelístico nos presídios do estado, que falou sobre o objetivo das ações dentro das unidades prisionais. “Nós estamos ressocializando estes homens que um dia cometeram um erro; não cabe a nós julgarmos e sim salvá-los do reino das trevas para o reino da luz. Por meio do batismo nas águas, a fé agiu, eles tomaram uma atitude, chegaram ao arrependimento e se batizaram”, disse.
“Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles estivésseis, dos que sofrem maus-tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados.” (Hebreus 13:3)

O pastor Venino disse ainda que o trabalho realizado no CDP significou uma verdadeira salvação aos detentos. “Sem dúvida, hoje houve salvação nesta casa. A divulgação da Palavra de Deus tem colaborado muito para a recuperação destes homens, pois a verdadeira paz tem reinado em seus corações”, disse.

Na oportunidade, foram distribuídos aos detentos exemplares da Folha Universal, da revista Plenitude e de Bíblias. “Através deste material, temos divulgado a Palavra de Deus semanalmente nas unidades prisionais. O objetivo é apoiar os detentos a desenvolver um caráter cristão que garanta a ressocialização e o retorno ao convívio da família e da sociedade”, disse o pastor Venino.

A equipe de voluntários visita unidades prisionais do estado, onde prestam serviços sociais com o apoio dos membros da IURD, que doam material de evangelização e realizam palestras com as famílias dos internos, destacando a prática da Palavra de Deus e a fé no Senhor Jesus.

A ação teve a colaboração do bispo Paulo e do pastor Santos Roque, dos colaboradores voluntários da IURD e do pastor André Morgado, responsável pelo trabalho evangelístico da Igreja Universal no Maranhão.

Comentário infeliz da revista VEJA

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Na semana passada a revista VEJA veio trazendo a tona o assunto polêmico sobre a Igreja Universal do Reino Deus. Diversos blogs também abordaram este fato, relatando as inúmeras falhas da administração da IURD.

Com a capa da edição de 19 de agosto vem dizendo: FÉ E DINHEIRO UMA COMBINAÇÃO EXPLOSIVA, a revista VEJA expõe o período negro que a IURD vem passando. Escândalos, fraudes financeiras, lavagens cerebrais e depoimentos marcam esta edição.

Está patente o desagrado da população com a IURD. Uma igreja tão grande, evangélica, que passa por tantas coisas que fogem da ética Cristã. O mundo só quer algum vacilo das igrejas evangélicas para “racharem o pau”. Com a exposição da IURD na mídia está mais fácil ouvir aquelas velhas expressões: “A igreja só rouba”, “O pastor tem carro bonito e todo engravata porque está roubando dinheiro da igreja”, “não vou à igreja porque vão roubar meu dinheiro”. Claro que existe algumas “igrejas” que se dizem “evangélicas”, mas não seguem a própria palavra de Deus.

O que quero relatar é o comentário infeliz da Revista VEJA para com as denominações evangélicas, principalmente com as pentecostais. Na página de número 96, com a seguinte epígrafe: O culto à prosperidade, a revista fala de escândalos envolvendo igrejas evangélicas e foca os pentecostais como a mais bem-sucedida igreja do subcontinente. A seguir o comentário da Veja: “Para os pentecostais, a pobreza é resultado do fracasso pessoal, não de um sistema econômico injusto”. Começaram a falar da IURD e já generalizam. Por isso que dizem: “Por um, pagam todos”. Sabido que algumas igrejas pentecostais esqueceram-se de pregar a mensagem da cruz, de dizer que Jesus salva, cura, batiza com espírito santo e leva o homem ao céu. Agora muitas denominações enchem seus cultos de terapias administrativas, assim realizando a teologia da prosperidade.

Assim, respondendo o comentário da VEJA; VEJO que não tem para quê focar sempre os pentecostais, mas ok! A revista afirma que se o crente pentecostal for pobre então ele não tem a graça de Deus, ou seja, ele se torna um fracassado pessoal. Vamos à bíblia. No livro de gênesis, diz que, depois de o homem ter pecado, Deus dá uma incumbência a Adão: “do suor do teu rosto comerás do teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado;”(cap. 3, ver. 19). O homem vive do seu trabalho. Se os pentecostais são bem sucedidos, é pela misericórdia e graça de Deus. Os pentecostais crêem num Deus que é o dono do ouro e da prata e ELE tem liberdade de abençoar financeiramente seus servos, pelo contrario de outras denominações neo-pentecostais que, afirmam, se o cristão não for bem financeiramente, ele está amaldiçoado.

O comentário da Veja foi infeliz no ponto em que generalizou. A teologia da prosperidade é patente no âmbito congregacional atualmente, mas ainda existem igrejas que se fecham para esta teologia que não passa de balela de alguns pregadores.


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